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"Uma noite em 67" – poeta em estado de graça Armando Freitas Filho volta a escrever, desta vez em estado de graça depois de ter visto "Uma noite em 67". Transcrevo o email dele que me parece traduzir com precisão o sentimento de quem, como eu também, assistiu a transmissão ao vivo da final do Festival da Record: “Fiquei totalmente tomado pelo filme de Renato Terra e Ricardo Calil, "Uma noite em 67". Continua...

 

“O Bem Amado” – revolta do poeta Antes mesmo de ter lido o post de sexta-feira (leia aqui), Armando Freitas Filho mandou email, a propósito do comentário publicado na piauí_46 sobre “O Bem Amado” (leia aqui), dando outro exemplo da orquestração promocional em torno do filme, feita por empresas das Organizações Globo: Continua...

 

“O Bem Amado” – orquestração promocional Em abril, quando “Chico Xavier” foi lançado, comentei (releia: Chico Xavier - o filme e Chico Xavier - promoção orquestrada II) o que mais parecia campanha promocional do que cobertura  jornalística, feita por emissoras de televisão associadas à produtora Globo Filmes. Continua...

 

“Dzi Croquettes” – ousadia e talento Pessoas da minha laia deixaram de ver, na época, os Dzi Croquettes. Preconceituosos, perdemos a oportunidade de testemunhar os espetáculos do grupo, raro exemplo de ousadia, criatividade e talento. Continua...

 

“À prova de morte” e a crítica Thais,

Depois de “Bastardos inglórios”, não pretendia mais ver filmes do Quentin Tarantino. Mas deveres do ofício me submeteram a “À prova de morte”. Lançado só agora no Brasil, depois de ter sido considerado uma afronta por alguns no Festival de Cannes de 2007, o filme foi feito dois anos antes de “Bastardos inglórios”. Continua...

 

Para meditar (2) Alain Resnais fez 88 anos no início de junho. Em entrevista publicada no “Guardian”, e reproduzida no Caderno2 de “O Estado de S.Paulo” em 27/6/2010, declarou:

“É preciso lembrar que o cinema dos anos 50 se especializou no entretenimento escapista. E nós, quero dizer, minha geração de cineastas franceses, buscamos fugir desse escapismo. Éramos jovens e ambiciosos, queríamos tratar das grandes questões das quais o cinema preferia desviar os olhos – no meu caso, o Holocausto, a bomba atômica, a guerra argelina. Continua...

 

Para meditar (1) “Ser crítico é melancólico. Crítico de cinema então é desolador a julgar pelos resultados obtidos durante os últimos quarenta anos.” – assim escreveu Paulo Emílio ( 1916 – 1977 ) no artigo “Desnecessidade da inteligência”, publicado em março de 1963 no Suplemento Literário de “O Estado de S.Paulo”. Continua...

 

Sábado à noite no cinema – realeza e poesia Em dois sábados recentes, à noite, as sessões de “A jovem rainha Vitória” e “Brilho de uma paixão” estavam lotadas em cinemas da zona sul do Rio. Parece haver algum público, no Brasil, para produções como essas – filmes de época, situados na primeira metade do século XIX, com boas atrizes e bons atores, belas locações, além de fotografia, direção de arte e figurinos de qualidade. Continua...

 

Hagiografias – cautela, reserva e maldade Todo biógrafo deveria levar em conta o que o cineasta canadense Claude Jutra (1930-1986) declarou sobre Jean Rouch (1917-2004), a quem admirava: “Uma crônica da aventura rouchiana, com certeza é um projeto excitante, mas do qual me aproximo com cautela. Nunca admiramos sem reservas. Qualquer tributo contém alguma denúncia. Nenhum elogio merece confiança se não contiver um certo grau de maldade.” A citação é tirada de “Correndo atrás de Rouch”, relato de Claude Jutra, publicado no Cahiers du Cinéma, sobre sua colaboração com Jean Rouch, em 1961, fazendo a quatro mãos o documentário “Nigéria, jovem república”. Continua...

 


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Tendo sido ameaçada com sanções pelo Conselho de Segurança da ONU (o Brasil votou contra mas não adiantou nada), a revista piauí voltou atrás na sua decisão de implodir os blogs em junho de 2010. Eles agora serão implodidos em 31 de dezembro próximo.

 





 




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