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questões musicais

  • Top 10

    Nessa semana, ainda sobre efeito das festas de fim de ano, a música de músicos que com pouco seguram muita onda e conseguem a magia da conexão, quase espiritual com o público. Acho que desde a pré-história, quando alguém da tribo solava numa pedra "um batuque de lascar..." como já dizia Assis Valente. Que bom que existem milhares de exemplos e gêneros distintos. E músico e música boa não tem prazo de validade. — Leia o post completo.


  • Ukelelê

    Ukelelê

    Muita gente conhece e muita gente não. Eu gosto tanto e ando tocando. Tenho 6 e tenho ciúmes até de falar sobre ele. Já tinha visto esse "cavaquinho" havaiano nos filmes de Elvis, mas fui presenteado pelo ex-namorado da minha filha, surfista profissional (Yan Cosenza) que chegou do Havaí com o presente pro sogro. Quase mudo as cordas e a estranha afinação G, C, E e A. — Leia o post completo.


  • Skunk

    O ano dois mil foi um marco na vida de Edgar Rocha. Depois de quatro anos sem gravar disco nenhum, finalmente teria uma nova chance. Edgar tinha feito muito sucesso nos anos 90, na novela Sede de Viver, onde, além de atuar, ele cantava o tema de abertura. Era dele a canção Cavalo Interno. Edgar aceitou o convite para gravar um novo CD. — Leia o post completo.


  • Long Play

    Long Play

    Saudade dos LPs... Do garimpo nas lojas de discos que não existem mais. Bons tempos de pegar um LP e dissecá-lo com todos os sentidos. Saborear fotos, viajar nas letras e canções.

    Lembro da minha primeira namorada, Cristina, no aniversário dela, quis fazer bonito. Com ajuda das moedas do meu porquinho e da mesada, comprei o recém lançado Sargent Peppers e fui pra festinha. Não conhecia ninguém da turma do final Leblon. Era uma época de porrada de turmas e eu tava cabreiro. Cheguei arrumadinho e sem graça, dei o presente, ganhei dois beijos e uma recepção morna e, antes que eu falasse qualquer coisa, ela escorregou pra outros abraços e beijos de parabéns. — Leia o post completo.


  • Bob Marley, eu e Paulo Suprimento

    Bob Marley, eu e Paulo Suprimento

    Aquele dia foi covardia... Porque eu e as meninas estávamos saindo da praia quando cruzamos com o Paulo César Lima, o PC, craque do futebol brasileiro, meu amigo e parceiro de pelada. Foi ele que me deu o toque:

    _ O Bob Marley tá lá na casa do Chico Buarque e quer jogar uma pelada com a gente. Bora lá? Eu tô de carro aí...

    Meus olhos faiscaram nos óculos do PC. — Leia o post completo.


  • Sinais de fumaça

    Vou tentar dar uma palhetada na memória das minhas recordações musicais. A ordem cronológica dos fatos e feitos pode estar meio embaralhada. E, esse depoimento, sujeito a esquecimentos de músicos, músicas e bandas no final do período. Mas lá vai.

    Lembro que, pela porta da cozinha, vinha música de programas policiais como o Patrulha da cidade: hora que escorria sangue do rádio com casos verídicos sendo dramatizados por locutores e atores. Eu gostava das vinhetas de abertura com prefixo musical e sonoplastia de sirenes, tiros, gritos e etc. — Leia o post completo.


  • Fela Kuti: Música é a arma do futuro

    Fela Kuti: Música é a arma do futuro

    Fela Kuti não quis a melodia beatle de Paul McCartney no seu afrobeat. Nem o selo Motown na sua seminal discografia. Quando sugestionado sobre a diminuição do tempo de suas músicas para torná-las mais acessíveis ao mercado fonográfico americano, Fela respondeu com afrobeats de 15 longos, luminosos e subversivos minutos. Por ter sido radicalmente avesso a padronizações, a qualquer proposta que pudesse levar sua arte a um estado de domesticação ou desfiguracão, Fela Kuti se tornou um ícone da música como instrumento de libertação, munição ou arma do futuro. Hoje, 15 de outubro, data do seu aniversário, é dia de Felabration, de celebrar a obra de Fela Kuti. — Leia o post completo.


  • Steve Jobs promoveu a evolução da música por uma revolução midiática

    Steve Jobs promoveu a evolução da música por uma revolução midiática

    Sem Steve Jobs o mundo da tecnologia ficou mais previsível. A morte do cofundador da Apple tirou do nosso convívio um executivo visionário identificado com a essência disruptiva destes tempos. Falando em questões musicais, Jobs definitivamente introduziu a música na era digital, com todas as suas contradições e sede transformadora. Provou que a evolução da música passa por uma revolução midiática. E o fez seguindo os passos da economia criativa cativada no berço das inovações tecnológicas da cibercultura. — Leia o post completo.


  • Nevermind: o veneno na máquina

    Nevermind: o veneno na máquina

    Tenho minhas dúvidas se a música contemporânea foi dividida em dois momentos: antes e depois de Nevermind, do Nirvana. A meu ver, a afirmação que pautou a celebração dos 20 anos do álbum embute nas suas entrelinhas a verdade de que o disco marcou o início do fim de uma era do rock e da indústria fonográfica. — Leia o post completo.


  • The Fall: a última banda cult

    The Fall: a última banda cult

    Uma banda que não vive de hits. Uma música que despreza a melodia. Letras que não se apoiam em refrões. Rock em estado primal: hipnótico, estridente, grave, monocórdico, imerso em diatribes poéticas abstratas e com dose bruta de existencialismo. Tudo isso e algo ainda mais indiossincrático significa The Fall.

    As características essenciais do grupo inglês de Manchester fundado e liderado pelo vocalista Mark E. Smith, são como um apanhado do que muitos constumam categorizar, seja para o bem ou para o mal, de banda cult. Não é à toa, portanto, que o Fall foi confirmado como atração do festival No Ar Coquetel Molotov, o mais cult dos festivais independentes do Brasil, não hesito dizer, nos próximos dias 11 e 12/10, em Salvador, e nos dias 14 e 15/10 no Recife. Uma pauta inevitável. Um show imperdível. — Leia o post completo.




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